Elegia a uma barata morta

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Resumo

Parafraseando o velho Gauche, estes versos relembram a fatídica vez que esse insectoide restou no prato, revolvido em mil pedaços à comida esfarelenta e sem gosto do RU da Trindade. Um episódio marcado por um misto de asco e abatimento ante a espiral decadente e neoliberal pela que passa essa Universidade — outrora símbolo de qualidade em cada detalhe, mas que hoje nega até o mais basilar direito à dignidade de seus estudantes.

Biografia do Autor

  • Christian Souza Pioner, Universidade Federal de Santa Catarina

    Historiador pela Universidade do Estado de Santa Catarina e graduando em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Editor-Chefe da Revista Avant, estagiário na 3ª Defensoria Pública da Capital (DPESC) e monitor da disciplina de Prática Jurídica I. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9016028101476085. E-mail: cspionertv@gmail.com.

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Publicado

2026-09-11

Como Citar

Elegia a uma barata morta. Revista Avant, Florianópolis, v. 10, n. 1, p. 13, 2026. Disponível em: https://ojs.sites.ufsc.br/index.php/avant/article/view/8928. Acesso em: 15 set. 2026.