Traidores no quadro, verdades na sala: crônica de uma consciência em formação
Resumo
A crônica apresentada articula elementos subjetivos e objetivos para refletir sobre a experiência acadêmica no curso de Direito, especialmente no contexto da autonomia universitária, da liberdade acadêmica e da qualidade da educação superior. A partir de uma narrativa sensível e vivencial, o texto descreve uma cena marcante em sala de aula que, embora construída de forma literária, revela tensões reais presentes no ambiente jurídico-acadêmico: conflitos éticos, disputas interpretativas, desafios institucionais e o papel transformador da formação crítica. O caráter subjetivo manifesta-se na percepção dos estudantes, na inquietação diante da desordem social e na influência simbólica do professor. Já os elementos objetivos emergem das referências ao Direito, às instituições públicas, às exigências democráticas e à importância da educação como fundamento constitucional. Essa crônica integra meu percurso formativo e dialoga diretamente com minha participação em projetos de pesquisa orientados pela Prof.ª Alessandra Correia Lima Macedo França. Primeiramente, relaciona-se ao projeto “Direito Internacional da Ciência, Educação e Cultura – Percursos e Intersecções Multiníveis”, especificamente ao plano de trabalho Autonomia Universitária – Marcos Principiológicos do Direito Internacional e Impactos Nacionais e Locais (2024–2025), no qual compreendi a universidade como espaço democrático e tensionado. Atualmente, encontra correspondência com o plano de trabalho (2025–2026) Direito Internacional e Qualidade no Ensino Superior, executado no CCJ/Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Assim, a crônica representa um exercício reflexivo-literário que traduz vivências acadêmicas em linguagem crítica, fortalecendo a integração entre arte, Direito e pesquisa.
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