Esse é meu serviço, eu sei que é proibido*: mulheres aprisionadas por tráfico de drogas

Autores

  • Gabriela Jacinto Graduanda em Direito pelo CESUSC
  • Cláudia Mangrich Graduada em Direito pelo CESUSC; é especia lista em DH pela univers idade Pablo de Olavide na Espanha e pós-graduada em Ciências Criminais pelo CESUSC; é professora de Direito Constitucional e de Filosofia do colégio Cruz e Sousa.
  • Mario Davi Barbosa Graduado em Direito pelo CESUSC (2009), atua nas áreas de Direito Penal, Processo Penal, Criminologia Crítica, Direitos Humanos e Soci ologia Jurídica. É membro e pesquisador do Núcleo de Estudos sobre Preconceito e Intolerâ ncia - NEPI/CESUSC e do projeto de Extensão Universidade Sem Muros da Universidade (UFSC/CNPq).

Palavras-chave:

Criminalização da mulher, Tráfico de drogas, Sistema prisional.

Resumo

Este artigo é resultado de uma pesquisa científica realizada no Presídio Feminino de Florianópolis, cujo objetivo é abordar a criminalização da mulher por tráfico de drogas. Os discursos apresentados pelas criminalizadas transcorrem realidades intramuros e extramuros, acompanhando as desigualdades sociais, além dos entraves que se constituem na execução penal. O PFF é uma instituição com um numero de sentenciadas muito superior à sua capacidade. Quando voltada às criminalizações a predominância é o tráfico de drogas, sendo que esta instituição “abriga” indivíduos em condições peculiares, num ambiente que envolve amor, ódio, sofrimento e desejos, observa-se um ciclo de violência e disciplina, uma nua vida.

Biografia do Autor

Gabriela Jacinto, Graduanda em Direito pelo CESUSC

Graduanda em Direito pelo CESUSC

Cláudia Mangrich, Graduada em Direito pelo CESUSC; é especia lista em DH pela univers idade Pablo de Olavide na Espanha e pós-graduada em Ciências Criminais pelo CESUSC; é professora de Direito Constitucional e de Filosofia do colégio Cruz e Sousa.

Graduada em Direito pelo CESUSC; é especialista em DH pela universidade Pablo de Olavide na Espanha e pós-graduada em Ciências Criminais pelo CESUSC; é professora de Direito Constitucional e de Filosofia do colégio Cruz e Sousa.

Mario Davi Barbosa, Graduado em Direito pelo CESUSC (2009), atua nas áreas de Direito Penal, Processo Penal, Criminologia Crítica, Direitos Humanos e Soci ologia Jurídica. É membro e pesquisador do Núcleo de Estudos sobre Preconceito e Intolerâ ncia - NEPI/CESUSC e do projeto de Extensão Universidade Sem Muros da Universidade (UFSC/CNPq).

Graduado em Direito pelo CESUSC (2009), atua nas áreas de Direito Penal, Processo Penal, Criminologia Crítica, Direitos Humanos e Sociologia Jurídica. É membro e pesquisador do Núcleo de Estudos sobre Preconceito e Intolerância - NEPI/CESUSC e do projeto de Extensão Universidade Sem Muros da Universidade (UFSC/CNPq).

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Publicado

2016-03-20

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