Hacking / Upcycling: El mañana se cose hoy
DOI:
https://doi.org/10.29183/2447-3073.MIX2026.v12.n3.%25pPalabras clave:
historias de las mujeres, hacking, upcycling, suprareciclajeResumen
El Manifiesto Hacker de McKenzie Wark y las prácticas de supraciclaje textil posconsumo comparten una esencia política común: ambas constituyen formas de resistencia creativa contra sistemas explotadores. Mientras que el movimiento hacker, en el ámbito digital, desafía las estructuras de control de la información, las activistas del supraciclaje transforman la ropa desechada en vehículos materiales de resignificación, tratando las prendas usadas como software libre. En este contexto, el supraciclaje emerge como una práctica política emancipadora, liderada predominantemente por mujeres que, a través del diseño, las artes manuales y las artes, confrontan los sistemas capitalistas, patriarcales y coloniales. Este trabajo busca tejer un manifiesto demostrando cómo las personas que subvierten el reciclaje subvierten la lógica del residuo, transformando los materiales desechados en narrativas de lucha. Basado en la teoría feminista interseccional, el estudio utiliza conceptos del Manifiesto Hacker como su marco conceptual central.
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