EDUCAÇÃO INCLUSIVA E INTERDISCIPLINAR

CAMINHO PARA UMA FORMAÇÃO HUMANA

Autores

Palavras-chave:

inclusão escolar, educação especial, escola, educação humanizada

Resumo

Inclusão não é modismo. Em um contexto educacional, ser e sentir-se incluído é essencial. A inclusão requer estratégias e práticas eficazes que demonstrem a importância da convivência com a diversidade, principalmente no ambiente escolar. Este texto é um relato de experiência baseado em uma iniciativa realizada com alunos do primeiro ano do Ensino Médio de uma escola de tempo integral em Parintins, interior do Amazonas. As atividades foram desenvolvidas em comemoração à Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla. A iniciativa teve duração de uma manhã, durante a qual foi ministrada uma palestra sobre Tecnologia Assistiva e suas implicações para a Educação Inclusiva. Houve um momento de diálogo e descontração, com uma sequência didática com os alunos, dividida em quatro temas e três momentos. Trabalhamos com histórias em quadrinhos, com uma abordagem interdisciplinar, voltada para a educação humanizada. Acreditamos que essas práticas promovem a cognição, a imaginação, a afetividade e a conscientização nos alunos.

Biografia do Autor

  • Dr. Jorge de Menezes Rodrigues, Universidade do Estado do Amazonas (UEA)

    Doutor em Educação em Ciências e Matemática da Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática Polo UEA. Atualmente é Professor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e do Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências, e Membro do grupo de pesquisa Alternativas inovadoras para o ensino de ciências e matemática.

  • Me. Mateus Duarte, SEDUC- Amazonas

    Doutorando no Programa de Pós-graduação em Ensino, na Rede Nordeste de Ensino (RENOEN), na Universidade Federal de Sergipe (UFS). Mestre em Educação em Ciências na Amazônia pelo Programa de Pós-graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) Manaus. Atualmente é professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE), atuando na Sala Multifuncional da rede Estadual de Educação (SEDUC).

  • Esp. Di Diane Matos Pinheiro Aguiar, Universidade do Estado do Amazonas

    Mestranda do Programa de Pós-Graduação Educação em Ciências na Amazônia e Especialista no Ensino de Matemática pela Universidade do Estado do Amazonas. Atualmente é professora da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino, no município de Parintins.  

Referências

BERSCH, Rita. Tecnologia Assistiva e Educação. Porto Alegre, 2017. Disponível em: https://inf.ufes.br/~zegonc/material/Comp_Sociedade/ZEGONC_Tecnologias_Assistivas_Livro_Introducao_TA.pdf. Acesso em: 20 ago. 2025.

BICUDO, M. A. V. et al. Pesquisa qualitativa segundo a visão fenomenológica. São Paulo: Cortez, 2011.

BRASIL. Ministério da Educação/Secretaria de Educação Especial/SEESP. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2008.

BRASIL. LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), Brasília, 2015.

BRASIL. LEI Nº 13.585, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2017.

Institui a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla. Brasília, 2017.

BRASIL. LDB: LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL. – Brasília: Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas, 2017.

BRAVO, R. S. Técnicas de investigação social: teoria e exercícios. 7 ed. ver. Madrid: Paraninfo, 1991.

CABRAL, Carmen Lúcia de Oliveira.; MANTOAN, Maria Teresa Eglér. O(s) sentido(s) da diferença presente/ausente na formação de pedagogo: estudos exploratórios. Linguagens, Educação e Sociedade, Teresina, Ano 19. n.31 jul./dez. 2014.

CELLARD, A. A análise documental. In: POUPART, J. et al. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

DOLZ, J.; NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e a escrita: apresentação de um procedimento. In: SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. e Colaboradores. Gêneros orais e escritos na escola. Tradução Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. 3. ed. Campinas: Mercado das Letras, 2011. p. 81-108.

DUARTE, Mateus de Souza. “Dos fios que se fazem os nós”: observações primárias em uma sala de recurso em uma escola estadual de Parintins- AM. In: Anais do Congresso Internacional IDEA: Inovação, Diálogo e Experiências na Aprendizagem. Anais. Curitiba (PR) Instituto Conexões 360, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/idea/1060628-dos-fios-que-se-fazem-os-nos--observacoes-primarias-em-uma-sala-de-recurso-em-uma-escola-estadual-de-Parintins. Acesso em: 04/09/2025

DUARTE, Mateus de Souza; SILVA, Diego Reis Da. O ensino da matemática na educação especial em uma escola pública de Parintins- AM. In: Anais do V Simpósio Catarinense em Educação em Ciências. Anais. Araquari (SC) IFC, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/secec_2024/982127-O-ensino-da-matematica-na-educacao-especial-em-uma-escola-publica-de-Parintins--AM. Acesso em: 04/09/2025.

FERREIRA, Carla Santiago; ALMEIDA, Tharcila de Abreu; LEGEY, Ana Paula. História em Quadrinhos na aprendizagem: uma proposta de Sequência Didática inclusiva no Ensino Fundamental. Dialogia, São Paulo, n. 45, p. 1-20, e23404, maio/ago. 2023. Disponível em: https://doi.org/10.5585/45.2023.23404.

GALVÃO, P. E. S.; SILVA, C. M. C. de S. e. O caderno escolar como fonte de pesquisa em educação especial. Revista Educação e Fronteiras, Dourados, v. 10, n. 0e021003, 2021. eISSN: 2237-258X. DOI: https://doi.org/10.30612/eduf.v11i00.9003.

GALVÃO FILHO, Teófilo. Tecnologia Assistiva: Um itinerário da construção da área no Brasil. Curitiba: CRV, 2022.

MANTOAN. Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar: o que é? por quê? como fazer? / Maria Teresa Eglér Mantoan. — São Paulo: Moderna, 2003.

MANTOAN, M. T. E. O direito de ser, sendo diferente, na escola. Revista CEJ, v. 8, n. 26, p. 36-44, 2 set. 2004.

MANTOAN, Maria Teresa Eglér; LANUTI, José Eduardo de Oliveira Evangelista; BAPTISTA, Maria Isabel Sampaio Dias. Formar professores para a inclusão escolar: os cursos de difusão do LEPED. Quaestio - Revista de Estudos em Educação, Sorocaba, SP, v. 26, p. e024051, 2024. DOI: 10.22483/2177-5796.2024v26id5499. Disponível em: https://periodicos.uniso.br/quaestio/article/view/5499. Acesso em: 3 set. 2025.

MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Educação especial na perspectiva inclusiva: o que dizem os professores, dirigentes e pais. Revista Diálogos e Perspectivas em Educação Especial, Marília, SP, v. 2, n. 1, 2015. DOI: 10.36311/2358-8845.2015.v2n1.5169. Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/5169. Acesso em: 3 set. 2025.

MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Uma escola hospitaleira. Revista Estudos Aplicados em Educação | São Caetano do Sul, SP | v. 7 | n. 13 | p. 5-14 | 2022.

MERCHÁN-HAMANN, Edgar; TAUIL, Pedro Luiz. Proposta de classificação dos diferentes tipos de estudos epidemiológicos descritivos. Epidemiol. Serv. Saude, Brasília, 30(1):e2018126, 2021.

PAIVA, Leonardo; BENTO, Lilian. Ensinar inclusão por meio de histórias em quadrinhos: “a turma da Mônica” em sala de aula. Revista de Ciências Humanas, vol. 20, n. 1, jan./jun. 2020.

SANTOS, Roberto Elísio dos.; VERGUEIRO, Waldomiro. Histórias em quadrinhos no processo de aprendizado: da teoria à prática. EccoS – Rev. Cient., São Paulo, n. 27, p. 81-95, jan./abr. 2012.

SANTOS, Roberto Elísio dos. Aplicações da história em quadrinho. Comunicação & Educação, São Paulo, (22): 46 a 51, set./dez. 2001.

VIERA FILHO, Wilson.; BONA, Rafael José. Histórias em quadrinhos e Educação Básica:

perspectivas históricas, conceituais e linguísticas. Revista Temática, N. 8. AGOSTO/2024 – NAMID/UFPB http://periodicos.ufpb.br/index.php/tematica/index. Agosto de 2024. Disponível em DOI: https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2024v20n8.70756.

Downloads

Publicado

2026-06-11