INCLUIR COMO PRINCÍPIO
EXPERIÊNCIAS DO NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL DA UFSC A PARTIR DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL E DO DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM
Palavras-chave:
educação infantil, educação inclusiva, teoria histórico-cultural, desenho universal para a aprendizagemResumo
O artigo apresenta como o princípio inclusivo se materializa no cotidiano do Núcleo de Desenvolvimento Infantil da UFSC, Colégio de Aplicação da Educação Infantil, articulando a Teoria Histórico-Cultural e o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) às práticas pedagógicas inclusivas desenvolvidas nesta instituição. Com base na Proposta Curricular da instituição, as autoras apresentam três práticas pedagógicas inclusivas que estão em curso em 2025: (1) Maquete tátil (acessibilidade espacial e mediação cultural); (2) Histórias sociais (antecipação simbólica, regulação e participação); e (3) Formação e articulação interprofissional, no qual se destaca a presença de Pedagogas de Educação Especial. As práticas aqui relatadas evidenciam a importância da formação continuada, a parceria com famílias e a articulação entre diferentes saberes e campos de conhecimento, como condições para o desenvolvimento da educação inclusiva. Por fim, discute desafios persistentes: tempos institucionais para reflexão, consolidação teórico-metodológica e necessidade de redes públicas de apoio. O texto traz contribuições para se pensar a escola da escola da infância com vistas à inclusão escolar, tendo em vista que esta experiência é resultado de uma política federal, de fomento ao ensino, à pesquisa e extensão na educação básica, enquanto Colégio de Aplicação
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