Inteligencia Artificial y Educación: Colonialismo de Datos, Ética y Justicia Algorítmica en Perspectiva Crítica
Palabras clave:
nteligencia artificial Educación Justicia algorítmica Colonialismo de datos Ética digitalResumen
Este trabajo analiza el uso de la inteligencia artificial (IA) en la educación brasileña desde una perspectiva crítica, tomando como ejes los conceptos de colonialismo de datos, justicia algorítmica y ética digital. El estudio parte del reconocimiento de que la incorporación de estas tecnologías en el cotidiano escolar no ocurre de forma neutral, sino que está atravesada por disputas políticas, epistemológicas y económicas. El objetivo es investigar en qué medida los principios éticos y los debates sobre justicia informacional pueden sustentar prácticas educativas más conscientes frente al avance de la IA. La pregunta central que orienta la investigación es: ¿cómo pueden los principios éticos y las críticas al colonialismo de datos contribuir al uso crítico de la IA en la educación? La metodología adoptada es cualitativa, con un enfoque crítico-decolonial, combinando revisión bibliográfica (Avelino y Silva, 2022; Mohamed, Png e Isaac, 2020) y análisis documental de marcos regulatorios y orientaciones internacionales, como la Ley General de Protección de Datos y las directrices de la UNESCO. El marco teórico articula los debates sobre soberanía digital, justicia algorítmica y uso crítico, evidenciando que el uso descontextualizado y acrítico de la IA tiende a profundizar desigualdades históricas. Se concluye que es posible revertir este escenario a partir de prácticas fundamentadas en principios ético-políticos, como la regulación específica para la educación, la formación docente y la incorporación de la alfabetización digital en los currículos escolares.
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