Rádios comunitárias: ativismos eresistência nas redes sociais

Autores

  • Maria Inês Amarante Universidade Federal da Integração Latino Americana UNILA

Palavras-chave:

rádio comunitária, redes, comunidades virtuais, cultura

Resumo

A proposta deste trabalho é apresentar a experiência do Movimento Nacional de Rádios Comunitárias, que formou uma rede de 890 rádios durante as eleições de 2018. Para tanto, trazemos reflexões sobre essas transmissões pelas mídias sociais, buscando mostrar como grupos de comunicadores inovam suas estratégias de luta e resistência em tempos de convergência midiática. A pesquisa realizada é bibliográfica, documental e se complementa com relatos de participantes destas redes. A lei que regulamentou as rádios comunitárias no Brasil restringiu a formação de redes de transmissão. No entanto, ativistas adotaram a estratégia de associar a luta dos softwares livres com a das rádios alternativas, trazendo um “espaço da autonomia”, num salto do analógico para o virtual que rompeu barreiras e expandiu experiências comunitárias. Conclui-se que, para além de uma apropriação das tecnologias digitais, é necessário sensibilizar o público em geral para que atue na construção da democracia, revigorando o direito à comunicação.

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Publicado

26-06-2026

Edição

Seção

Dossiê Temático

Como Citar

Rádios comunitárias: ativismos eresistência nas redes sociais. Cadernos NAUI, [S. l.], v. 11, n. 20, 2026. Disponível em: https://ojs.sites.ufsc.br/index.php/naui/article/view/11226. Acesso em: 11 jul. 2026.