POLUIÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CANOINHAS

Autores

  • Carlos Loch Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Reinhardt Sievers Universidade do Contestado (UnC)
  • Marcos Benedito Schimalski Universidade do Contestado (UnC)

Palavras-chave:

Água, Poluição, Pontos de coleta, Homem, Mapa, Efluentes, Coliformes totais, Coliformes fecais, Demanda biológica de oxigênio, Rio

Resumo

A preocupação deste estudo é identificar o grau de poluição do Rio Canoinhas, objetivando promover um comparativo entre os resultados obtidos com as análises de água deste Rio com os índices previstos pela legislação. Bem como, a contribuição de seus afluentes, e em dois momentos distintos. Foram georeferenciados e coletados trinta pontos, dos quais vinte seis pontos no leito do Rio, desde a foz com o Rio Negro no município de Canoinhas até a nascente no município de Monte Castelo SC e quatro amostras alheias ao leito, sendo duas torneiras na rede de distribuição da CASAN e dois poços artesianos com aproximadamente 600 m de profundidade, um dos quais na área urbana e outro em área rural, seguindo os princípios da ABNT para o planejamento e realização da coleta e encaminhadas para análise biológica (Coliformes Totais e Fecais) e de Demanda Biológica de Oxigênio (DBO) em dois laboratórios credenciados na cidade de Joinville – SC. Paralelamente, foi compilado o mapa da bacia do Rio Canoinhas, com a localização dos pontos de coleta. Posteriormente criado um banco de dados para o armazenamento dos resultados das análises de laboratório e a criação de quadros para a comparação e interpretação dos resultados obtidos. Comparando a primeira coleta e a segunda coleta, realizadas em épocas distintas, identificou-se uma grande variação entre um ponto e outro referente aos índices de poluição. Porém, os resultados mostram que existe o problema da poluição, os pontos de coleta no meio urbano manifestam-se com maior intensidade, quando comparados com os resultados obtidos no meio rural.

Publicado

2026-03-24

Edição

Seção

Artigos