TURISMO, ESPAÇO E PAISAGEM – LEITURAS DO AMBIENTE URBANO

Autores

  • Caroline P. Nunes Departamento de Arquitetura, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Alina G. Santiago Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Jorge H. Rebollo Squera Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Palavras-chave:

Ilha de Santa Catarina, Ecossistemas insulares, Espaço, Turismo, Paisagem, Degradação ambiental, Plano Diretor, Índice densidade demográfica

Resumo

A Ilha de Santa Catarina tem sido palco de um significativo crescimento na sua ocupação, fato que contribui para a degradação do seu ambiente e paisagem, despertando questionamentos a respeito de possíveis inadequações do Plano Diretor. Neste estudo, pretende-se avaliar se realmente existem incorreções, bem como indicar um caminho para a sua melhor adequação. Utilizando cálculos baseados nos índices de densidades demográficas definidos no Plano Diretor de Florianópolis/SC, excluindo-se as áreas de APL (maiores restrições quanto à ocupação), obtém-se a previsão de altos números de habitantes, porém densidades relativamente baixas em relação ao território a ser ocupado, tanto na Ilha de forma geral como em cada distrito em particular. Verifica-se que a densidade demográfica média calculada não condiz com a realidade. A Ilha, com seu relevo irregular, ecossistemas frágeis e diversificados, e limites impostos pela própria insularidade, requer um estudo particularizado e detalhado, considerando as demandas ambientais locais e culturais.

Publicado

2026-03-10

Edição

Seção

Artigos