POTENCIAL INTEGRAÇÃO ENTRE AS BASES DE DADOS DA CASAN E CELESC UTILIZANDO BIM, FACE AO CADASTRO 3D, CIM, INDE E POLÍTICAS DE TRANSPARÊNCIA
Palavras-chave:
Bim, Cadastro 3d e cim, Smart cities, Concessionárias, IndeResumo
O artigo descreve a Modelagem dos Dados da Construção (BIM) e analisa a base de dados das concessionárias de serviços públicos, Casan e Celesc, separadamente, num sistema BIM, em conjunto, às teorias e práticas do cadastro 3D, Modelagem dos Dados da Cidade (CIM), Smart Cities e à Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE). Foram feitos visitas in loco e análise de suas bases de dados. Resultados indicaram que a concessionária Casan possui cadastro 2D, poucas informações representando a profundidade gráfica e volumetria da rede de água e esgoto ao cadastro 3D, poucos objetos parametrizados à modelagem BIM, banco de dados não estruturado ao CIM, e um pequeno fragmento de automatização à Smart Cities. De fato, não possui um SIG, somente dados CAD, com possibilidade de implantação de um SIG integrado à INDE. A concessionária de energia Celesc possui cadastro 2D, poucas informações sobre a altura de postes, pouco ou nenhum dado referente ao cadastro 3D, nenhuma gestão de dado à CIM, alguns projetos pilotos de Smart Cities em cidades pequenas do Estado de SC, e um SIG Web particular, com potencial de aprimoramento e integração à INDE. Conclui-se que as concessionárias têm condições e demandam por uma modelagem 3D BIM, mas precisam de reformas estruturais profundas na interoperabilidade dos seus projetos, aprimorar a parametrização dos objetos, ampliar e sistematizar os metadados, de acordo com as normas da CONCAR, visando a integração à INDE, mesmo não sendo obrigatória a sua atuação a partir dessa visão de gestão de dados geoespaciais.