CONSIDERAÇÕES QUANTO À UTILIZAÇÃO DE SENSORES IMAGEADORES AÉREOS DIGITAIS NO MERCADO BRASILEIRO
Palavras-chave:
Sensores digitais, Fotogrametria, Mercado brasileiroResumo
Este artigo aborda a inserção dos novos sensores aerotransportáveis digitais no mercado brasileiro, avaliando suas características e potenciais. A utilização da fotogrametria apresenta diversas vantagens, entre as quais o rápido trabalho de campo, exigindo um mínimo de permanência com equipes pequenas. Os argumentos mais marcantes a favor das câmaras eletrônicas atuais não estão centrados na qualidade da imagem, mas sim no prazo e na praticidade. Com uma câmara sem filme, pode-se ver uma imagem em instantes, às vezes segundos após capturá-la, e até mesmo escolher o melhor ângulo para obtê-la. A grande vantagem reside exatamente em eliminar o longo processo de obtenção da imagem via filme; evita-se o processo de revelação, digitalização do filme e trabalhos de edição da imagem na tela para obter uma versão digital de alta qualidade. Avaliando a qualidade da imagem (resolução espacial) e as características técnicas de cada tipo de sensor digital, percebe-se que ainda há campo para aperfeiçoamentos no que diz respeito ao custo e à qualidade de imagem. Para determinar a predisposição do mercado brasileiro em absorver estas novas tecnologias, fez-se uma pesquisa sobre as características de alguns destes novos sensores (DMC2001, ADS40, CASI, Laser scanner) e relacionou-se com os produtos oriundos do sistema em uso, utilizado como exemplo o sistema completo da Zeiss. A partir desse conhecimento, realizam-se considerações quanto à utilização de sensores imageadores aéreos digitais não orbitais no mercado brasileiro, envolvendo vantagens e desvantagens, certificação dos produtos, mudança de paradigma, custos, aplicações e clientes, entre outros.