Educação Popular, memória e projetos emancipatórios. Entrevista com Mario Garcés durante a explosão social no Chile neoliberal em outubro de 2019
Résumé
Vinculando o campo da Educação Popular em nosso continente com sua trajetória enquanto educador popular, historiador e professor universitário, o professor Mario Garcés Durán nos fala de aspectos desse campo educativo no contexto chileno, elementos da “educação política” nas décadas de 1960 e 1970, da efervescência dos movimentos populares na luta contra a ditadura na década de 1980, especialmente de sua experiencia na ONG ECO – Educación y Comunicaciones, e do declínio das ONGs e dos movimentos populares na década de 1990. Também comenta sobre a tensa relação entre Estado e Educação Popular, as potências e limites do campo da memória atualmente e o lugar dos processos educativos em momentos de grande mobilização social, como o vivido no Chile entre o final de 2019 e início de 2020. Em meio a um período intenso, de assembleias, marchas e manifestações, o professor Mario Garcés gentilmente nos cedeu essa entrevista no campus da Universidad de Santiago de Chile. Ela foi realizada dia 28 de outubro de 2019, dez dias após a eclosão do Estallido Social. Autor de diversos trabalhos sobre a história dos movimentos populares chilenos, o professor posteriormente a essa entrevista publicou os livros Estallido social y una nueva constitución para Chile e La Unidad Popular y la revolución en Chile, ambos pela LOM Ediciones.
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