As cidades como espelhos

Gabriela Grimm, Manoela B. Ferreira

Resumo


É possivelmente na cidade o maior ponto de encontro entre seres humanos. Um lugar múltiplo, onde o fluxo da história, de fato, ocorre com mais intensidade. Espaços que se comportam em conseqüência do tempo e da performance do indivíduo, delineando memórias e gerando consequentes reflexos, como num espelho, daquilo que o próprio homem vê-se tornando-se assim, capaz de atrair o olhar. Dessa forma, a cidade se (re-) significa e permite que o sujeito, pelo viés da memória e da história, componha sua própria identidade. Nesse artigo, propõe-se discutir alguns aspectos em relação ao que podemos compreender sobre as cidades e sua relação para com o ser humano, buscando pensar em suas transformações, usos, desusos e a construção do discurso sobre a identidade que o indivíduo - tal como um grupo deste - cria com a cidade.

Palavras-chave


Cidade; Identidade; Jaraguá do Sul

Texto completo:

PDF


Revista Santa Catarina em História - Florianópolis - UFSC - Brasil ISSN 1984-3968