O Museu Nacional de Imigração e Colonização de Joinville: etnização e exclusão - o caso da erva-mate

Elaine Cristina Machado

Resumo


Ao analisar todo o contexto expositivo presente no Museu Nacional de Imigração e Colonização – MNIC e a disposição de um engenho de erva-mate exposto em fragmentos dentro de um dos espaços de visitação do Museu, o presente artigo pretende problematizar quais os motivos que levaram o Museu a deixar em segundo plano toda a produção de erva-mate que transformou a economia de Joinville no fim do século XIX e inicio do século XX. Assim, a partir de sua disposição museográfica o MNIC apresenta-se como um espaço museológico etnizado, privilegiando discursivamente os teuto-brasileiros. Tomando como referência essas constatações investigaremos os espaços de visitação que compõem o Museu e como estão distribuídos os acervos dentro deste local de memória.

Palavras-chave


Museu Nacional de Imigração e Colonização, etnização, teuto-brasileiros e luso-brasileiros.

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Revista Santa Catarina em História - Florianópolis - UFSC - Brasil ISSN 1984-3968