Homens bons para o Amanhã: pensamento racial e perspectivas republicanas em “A Ilha”, de Virgílio Várzea

Luiz Alberto de Souza

Resumo


Este artigo analisa o livro Santa Catarina, A Ilha, do escritor catarinense Virgílio Várzea (1863-1941). Seu objetivo é compreender o significado político e social de algumas afirmações de cunho raciológico presentes nesta obra. Para tanto, repõem-se as idéias e opiniões de Virgílio Várzea no contexto histórico em que elas foram originalmente formuladas e emitidas. A saber, o debate público, muito recorrente no final do século XIX, acerca da viabilidade racial de uma “civilização” brasileira.

Palavras-chave


Século dezenove; Racialismo; Literatura Catarinense; República Velha; Virgílio Várzea

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Revista Santa Catarina em História - Florianópolis - UFSC - Brasil ISSN 1984-3968