Análise da evolução da pobreza monetária no Brasil e em Santa Catarina no período entre 2012-2022

Autores

  • Lauro Mattei Universidade Federal de Santa Catarina
  • Samya Campana Universidade Federal de Santa Catarina
  • Kauê Soares Alexandre Universidade Federal de Santa Catarina
  • Bonifácio Packer Universidade Federal de Santa Catarina

Resumo

O objetivo do artigo é analisar a evolução da pobreza no Brasil e em Santa Catarina no período entre 2012-2022, com atenção especial para o período entre 2020-2022 quando ocorreu a pandemia da Covid-19. Teoricamente partiu-se da definição de pobreza monetária, com base nas definições disseminadas pelo Banco Mundial. Para tanto, utilizou-se a renda domiciliar per capita média para mensurar a quantidade de pessoas que se encontravam na condição de pobreza e de extrema pobreza, tanto no Brasil como em Santa Catarina. Como resultados gerais, observou-se que durante a pandemia a pobreza atingiu seu ápice, particularmente no ano de 2021. Nesse período, 77,9 milhões de pessoas no Brasil foram classificadas como pobres, enquanto 19,1 milhões foram consideradas como extremamente pobres. Já em Santa Catarina, no mesmo período, 1,08 milhões de pessoas foram consideradas como pobres e 174,2 mil pessoas foram classificadas como extremamente pobres. Portanto, nas duas dimensões geográficas (Brasil e Santa Catarina) a pobreza atingiu seus maiores quantitativos durante a pandemia, com destaque para o ano de 2021.

Biografia do Autor

Lauro Mattei, Universidade Federal de Santa Catarina

Professor dos Cursos de Graduação em Ciências Econômicas e de Pós-Graduação em Administração, ambos na UFSC. Coordenador do Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (NECAT-UFSC). Pesquisador do OPPA/CPDA/UFRRJ. Email: l.mattei@ufsc.br.

Samya Campana, Universidade Federal de Santa Catarina

Pesquisadora do NECAT/UFSC, Economista (UFSC), Msc. em Economia (UFSC) e Dra. em Educação (UFSC).

Kauê Soares Alexandre, Universidade Federal de Santa Catarina

Bolsista do NECAT/UFSC, estudante de Ciências Econômicas, UFSC.

Bonifácio Packer, Universidade Federal de Santa Catarina

Bolsista do NECAT/UFSC, estudante de Ciências Econômicas, UFSC.

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Publicado

2024-07-16

Edição

Seção

Artigos