PERSPECTIVAS LINGUÍSTICAS PARA O DISCURSO JUDICIAL SOBRE CRIANÇAS DIAGNOSTICADAS COM TDAH EM SANTA CATARINA

Autores

  • Débora de Carvalho Figueiredo Universidade Federal de Santa Catarina
  • Pedro Gustavo Rieger Programa de Pós-Graduação em Inglês (PPGI), UFSC

Palavras-chave:

análise crítica do discurso, acórdãos, judicialização, farmacologização, TDAH.

Resumo

O objetivo geral deste artigo é discutir, de uma perspectiva crítica para a análise do discurso (FAIRCLOUGH, 1989, 1992, 2001; WODAK & MEYER, 2001; EGGINS, 2004; VAN LEEUWEN, 2008), de que formas o conceito de saúde mental é representado/construído pelo judiciário na prática social da judicialização dos direitos à saúde endereçando crianças diagnosticadas com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Para tanto, nos ancoramos em categorias teórico-analíticas da Análise Crítica do Discurso de tradição anglo-saxônica e da Linguística Sistêmico Funcional, de forma a mapear como são representados atores sociais que compõem a prática social da judicialização dos direitos à saúde (neste caso, crianças), bem como quais elementos ganham prominência por parte dos juízes na construção desta prática.

Biografia do Autor

Débora de Carvalho Figueiredo, Universidade Federal de Santa Catarina

Professora adjuntaDepartamento de Língua e Literatura EstrangeirasPrograma de Pós-Graduação em InglêsAnálise do discurso

Pedro Gustavo Rieger, Programa de Pós-Graduação em Inglês (PPGI), UFSC

TAE da UFSCDoutorando no PPGI

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Publicado

2017-07-25

Edição

Seção

Artigos