Verdade e Logos na interpretação heideggeriana de Aristóteles na preleção de 1929/30

Autores

  • André Luiz Ramalho da Silveira UFSC - Doutorando

Palavras-chave:

Heidegger, Aristóteles, Ontologia, Verdade, Logos.

Resumo

Este artigo mostra a abordagem hermenêutico-fenomenológica dos conceitos de logos e verdade realizada por Martin Heidegger. O enfoque será em sua interpretação do pensamento de Aristóteles na preleção de 1929/30, intitulada Os Conceitos Fundamentais da Metafísica: Mundo, Finitude e Solidão. Partindo da ontologia fundamental elaborada por Heidegger em Ser e Tempo, o existente humano qua ser-no-mundo é o ente caracterizado por ter abertura para mundo e para o ente intramundano. Esta abertura ou desvelamento é o conceito heideggeriano de verdade originária, que é pressuposto por qualquer descobrimento ôntico ou verdade proposicional. Na preleção de 1929/30, Heidegger tem como um dos grandes objetivos investigar o fenômeno do mundo. Em meio a essa investigação, são analisados detalhadamente os conceitos de logos e verdade originária, no sentido de abertura pré-apofântica. Portanto, com base nessa investigação de Heidegger é possível compreender uma noção de verdade não apenas determinado pelo logos apofântico.

Biografia do Autor

André Luiz Ramalho da Silveira, UFSC - Doutorando

Possui graduação em Licenciatura Plena em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria (2010), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria (2013) e é doutorando pela Universidade Federal de Santa Catarina.

CV: http://lattes.cnpq.br/9811171215048475

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Publicado

2015-12-14

Edição

Seção

Artigos