Outubro / 2020

Fabricio Souza Neves

Resumo


Nesta edição do “Boletim”, apresentamos estudos que são um reflexo de nosso tempo. O artigo de Vanetti et al revisa o potencial papel dos bioaerossóis na transmissão de doenças em ambientes hospitalares, tema que a pandemia COVID-19 nos ensinou a valorizar. Houve um tempo em que pacientes e profissionais, às vezes mesmo com evidentes sintomas de infecção de vias aéreas superiores, permaneciam nos ambientes hospitalares sem usar máscaras. Lembram disso? Acontecia num passado não tão remoto, pouco antes deste mundo de 2020... Neste mundo novo, o uso de máscaras entrou na rotina diária da vida profissional do médico (o que pode vir a ser uma mudança permanente), e técnicas de exame físico precisaram ser adaptadas para atender à necessidade de avaliação médica à distância. O artigo de Leal et al apresenta como pode ser feito o exame neurológico observacional do paciente com acidente vascular encefálico, uma adaptação do exame físico neurológico tradicional às circunstâncias atuais. O que nunca vai mudar é o potencial papel transformador da educação para nos adaptarmos, enquanto indivíduos e enquanto sociedade, para uma vida melhor. Rios et al apresentam os efeitos de uma canção em videoclipe no aprendizado de conviver com a epilepsia, demonstrando que a educação em saúde é um campo de atuação importante para o médico. Mais do que a leitura, eu peço aos leitores/internautas do “Boletim” que contribuam com a divulgação destas iniciativas, que com sua qualidade científica elevam a cultura médica de nosso meio. Boa leitura!


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DOI: https://doi.org/10.32963/bcmufsc.v6i2.4413

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